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pedras e pétalas
 

Não,não,não importa os astros com nossa vã causa mortis diária. Nossa  causa caminha de passos pardos e moléculas soltas , flutuantes como bolhas de sabão sopradas embaixo de chuva, pisoteadas pelo líquido frio que corre as veias da cidade pálida, de cada atmosfera móvel que dirige seus afazeres mecânicos, quantitativos , multiplicativos...arhg, contaminando-se com o vírus letal , no sufoco e na busca da mofina que alivie tais . Somente há , a fé, em si ou em tantos ou em ninguém, ou só a falta de opção , estar vivo, estar vivo, estar vivo... E daí? Daí que a busca pelo que se realmente quer vira utopia, miragem, milagre, fábula ................alcance, alcance, é seu dever, é sua sina continuar buscando, inventando.                                       silêncio.

 

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Opa!Calma...não desiste assim não, não  não..não tem porque também né? Sabe como ainda ? aprendendo a escutar o lado B: uma poesia por um sorriso, ou um doce por beijo, um cinema e um abraço, um saco de pêlo que faz festa quando se chega em casa, o mesmo saco de pêlo que pode te esquentar se sozinha, um jogo de cordas novas pro violoncelo que anda tão desafinado e cansado seria bacana! Seria muito mais ainda se outro bem mais vigoroso batesse em minha porta e me pedisse.. assim, querendo ser meu...me toca? Ai,ai,ai...toco sim meu camarada, toco bem...uma suíte, uma tarantela, um chorinho...  



Escrito por Josi às 17h52
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um passo a frente e tudo o mais se move.

 



Escrito por Josi às 16h30
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Altar

Um grave silêncio de cores ao redor do morto.

E a fadiga partindo as colunas que velam.



Escrito por Josi às 02h32
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Guilhotina Rosa

 

 

 

Aos pés do amor

uma lâmina afiada caminha.

Lâmina afiada sob pés descalços.

Chão ou sapato.

Pulseira ou gargantilha enfarpada do tempo

fura e pulsa.

 

Acompanha mas não corta

a dúvida que persiste.

ser ou não?

 

Reservo a morte que me gera.

Preservo-o indo por ela aos poucos.

 



Escrito por Josi às 02h14
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Imagens de Nascente

Em Pedra , a gota cai, a pele ou estômago deserto, engole, como a própria saia agigantada engole o poente e  manifesta ao olho asfalto,  embora ainda longe estiver de entrar em sua boca.

Me lembra um seio, belo e generoso de uma mãe recente, com o bico entumescido, derramando o leite que alimenta suas romarias.

O bico é sua capela estreita e branca, com sua cruz. Lá não adormece as velas que

sustentam o seu peso em fé.

Tampouco nega seu colo que vier de ser ao cansaço ou sono, ou mesmo a enxerga distante e calma da altura. 

 

A espera sólida do retorno.

 

Na capelinha estreita e branca , muitas cabeças , vozes femininas, pedaços de homens e crianças, flores sem morte, fogo.

 

 



Escrito por Josi às 02h00
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